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Depois do Natal, não transforme comida em punição

  • Foto do escritor: Izabella Rios
    Izabella Rios
  • 26 de dez. de 2025
  • 2 min de leitura

Atualizado: há 4 dias

Depois do Natal, muitas mulheres acordam com a sensação de que “erraram”. Porque comeram mais, repetiram ou saíram do que haviam planejado. E, quase automaticamente, surge a ideia de compensar, restringir, treinar a mais e, até mesmo, fazer promessas rígidas de recomeço.


Mas o que você precisa entender é que transformar saídas do plano em punição não melhora a relação com o corpo. Na verdade, isso reforça a relação ruim com a comida e aprofunda o ciclo de culpa.



Comer mais em uma data específica como o Natal não é sinônimo de perda de controle. É natural! Porque há outra coisa que você tem que entender: alimentação te a ver com contexto. Natal é um feriado onde a comida é algo muito simbólico e em que há disponibilidade de comidas diferentes das que comemos no dia a dia, inclusive em maior quantidade. Querer comer mais e aproveitar é natural e nãodefine quem você, ter "força de vontade" é nem o seu corpo.



O que importa não é o que aconteceu no Natal, mas o que você faz depois dele.



Quando você responde ao excesso ou mesmo refeições diferentes com rigidez, o corpo e a mente entram em estado de alerta. E corpos em alerta não regulam bem fome, saciedade e vontade. Eles apenas tentam se proteger, ou seja, você se desconecta das necessidades do seu corpo e aumenta as chances de novos exageros!


Por isso, o caminho mais saudável não é compensar e, sim, regularizar a alimentação e aceitar que é normal sair do plano.


Volte à rotina sem pressa, castigos, punições ou promessas extremas:

  • Coma normalmente nas refeições seguintes

  • Ouça seu corpo e as necessidades dele

  • Retome os bons hábitos que já faziam parte da sua vida


Não veja como recomeçar, mas como retomar o que já estava fazendo antes! Quanto mais gentil você é consigo mesma no "pós-Natal", menores são as chances de novos exageros em outras refeições e momentos parecidos. Porque a relação com a comida deixa de ser baseada em medo e passa a ser baseada em autocuidado e autocompaixão.


A comida não precisa ser um problema.

E você não precisa se punir para seguir em frente!






OBS.: se você se percebe tendo dificuldades frequentes com a sua alimentação e a ele é fonte de grande estressel procure ajuda de uma psicóloga

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